quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Liberdade ou não?

"A pseudo-individualidade é um pressuposto para compreender e tirar da tragédia sua virulência: é só porque os indivíduos não são mais indivíduos, mas sim meras encruzilhadas das tendências do universal, que é possível reintegrá-los totalmente na universalidade. A cultura de massas revela assim o carácter fictício que a forma do indivíduo sempre exibiu na era da burguesia, e seu único erro é vangloriar-se por essa duvidosa harmonia do universal e do particular."

Existem padrões, pelos quais somos guiados a partir do momento em que nascemos.
Se formos rapazes vamos vestir azul, se formos raparigas, vamos vestir rosa.
Se formos rapazes vamos aprender a gostar de carros e motas, no entanto se formos raparigas gostaremos de barbies e princesas.
Todos somos moldados pela indústria mas pensamos que somos nós que controlamos o que gostamos e o que fazemos, mas isso começa a ser moldado
logo, a partir do momento do nosso nascimento.


"O burguês cuja vida se divide entre o negócio e a vida privada, cuja vida privada se divide entre a esfera da representação e a intimidade, cuja intimidade se divide entre a comunidade malhumorada
do casamento e o amargo consolo de estar completamente sozinho, rompido consigo e com todos"

Quando vamos para casa após o trabalho e antes de sairmos de casa para o trabalho, provavelmente consumiremos televisão ou radio.
As ideias que são mencionadas na tv são as que vão ser ponderadas, retiradas e aplicadas no dia-a-dia. Consciente ou inconcientemente.
Somos moldados pela media que consumimos.

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